ALIEN AMPS

•24/11/2010 • 1 Comentário

Olá pessoal,

Em fim ficou pronto!!!!

No video do Christian dá pra ter uma boa idéia do poder de fogo deste amp. Gostaria de registrar o comentário do próprio Ronaldo sobre a modificação feito neste amp “nas modificações que fizemos no amp do Marcel conseguimos um estágio com um feedback controlado maravilhoso. Alguns valores dos componentes deste estágio entrarão na nova versão do Evo, trarei este mesmo feedback maravilhoso ao grandalhão”  inclusive sobre este courvin que deveria ser mais escuro mas por um “belo” erro da empresa saiu este azul, que galera, posso falar é lindo demais… e mais quase impossível de sair igual outra vez. é o que chamaria de custom dos custom.
Alien rocket 18w
Alien Rocket 18 rear

Após um tempinho sem postar gostaria de apresentar essa marca e os produtos do grande Ronaldo para vocês.

Se trata da Alien Handmade Amps & Effects.

Estarei coloando abaixo informações sobre os produtos adquiri recentemente e ainda aguardo sua chegada já que quase sempre existe uma fila de espera para estes produtos hand made mas que sempre acabam valendo a pena. e como sempre diz meu pai “tudo o que é suado tem mais valor” rs

bom vamos ao que interessa:

O primeiro produto que adquiri se trato do melhor pedal de reberb digital já fabricado no Brasil.

Conseguimos colocar o mais puro som de reverb em uma pequena caixa, assim você pode levá-lo a qualquer lugar. O Alien Space-O-Verb emula de forma perfeita os clássicos sons de um reverb de molas, trabalha em plena harmonia com seu instrumento, acrescentando reverberação sem interferir em seu timbre.
O Space-O-Verb é extremamente simples e versátil permitindo reverberações leves ou extremas. Até o nível 3 funciona como um reverb normal, no nível 5 é perfeito para surf music e afins…e acima do 5 segue para sons mais experimentais e low-fi.

Outra recente aquiseção foi o amplificador ALIEN ROCKET.

Pequeno e poderoso, este modelo possui um timbre que mescla os clássicos JCM800 Marshall® e a clareza dos drives poderosos da Soldano®. É a opção ideal para quem procura um amp leve e prático mas que fala alto, e fala muito bem. Muita dinâmica, personalidade e versatilidade apesar de um único canal e seu tamanho reduzido.

No modo Hi Gain é possível ir do clean aos drives de metal clássico, aceita muito bem todos os tipos de efeitos e boosts para sons ainda mais pesados. No modo Low Gain é uma máquina de Blues com saturação perfeita. O Rocket ainda conta com loop de efeitos ativo e totalmente valvulado, tudo que seus pedais de modulação como delay e chorus precisavam para mostrar seu poder de fogo.

O Alien Rocket é produzido em 5 versões:
• Head 18W
• Head 30W
• Combo 1×12 18W (falante Alien Ace)
• Combo 1×12 30W (falante Alien Ace)
• Combo 2×12 30W (falante Alien Ace)

Se você procura efeitos e amps muito bem construidos, que atendam a todos os estilos, e o grande diferencial: de um cara que dá total atenção a seus clientes essa é a empresa certa.

Entre em contato com o Ronaldo,e não esqueça de mencionar que você acessou por aqui.

http://www.alienamplificadores.com.br

E-Mail: alien@alienamplificadores.com.br

Fone: (12) 3307-0198 / (12) 8137-4190

Os pedais dos seus sonhos!

•25/09/2010 • Deixe um comentário

bom dia pessoal,

Após muito tempo sem atualizar minha página, resolvi colocar para quem me acompanha alguns novos pedais e outros nem tanto, mas no fim das contas pedais que fazem a diferença. Lembrando que um bom AMP e uma boa GUITARRA dentro de cada estilo são o mais importante e primordial para atingir o timbre desejado.

Mas como nem sempre podemos começar a tocar com uma Gretsch e um Matchless, os pedais podem ter uma boa participação nisto.

Estou sem tempo, po isso deixarei para vocês próprios pesquisarem os timbre das sugestões abaixo:

Jetter Tritium Overdrive
Lovepedal Englishman
Way Huge Pork Loin Overdrive
Red Witch Famulus Distortion Pedal
Wample Super Plexitrom

Amps que recomendo

•28/09/2009 • Deixe um comentário

Sem dúvida uns dos melhores amps do mundo.

Pedais de efeitos que recomendo!

•28/09/2009 • Deixe um comentário

Todos com os melhores componentes do mercado.
Qualquer escolha é satisfação garantida.
Delay, Reverb, Chorus

Pedais de drive que recomendo!

•28/09/2009 • Deixe um comentário

Todos com os melhores componentes do mercado.
Qualquer escolha é satisfação garantida.

Apostilas Diversas

•28/09/2009 • 1 Comentário

Olá Pessoal,

Estarei disponibilizando algumas apostilas completas que tenho aqui.

Eduardo Ardanuy – Improvisação Sobre Modos

essential blues guitar lessons — dave celentano (74p)

Guitarra jazz_teoria

jazz guitar solos — joe pass (25p)

Robben Ford – Playin`The Blues

rock guitar secrets — peter fischer (180p)

Diversos Estudos em PDF

•28/09/2009 • 1 Comentário

A Berklee College of Music é a maior instituição autônoma de ensino superior de música e o principal centro de música contemporânea do mundo. Atualmente, ministra cursos a 3.700 estudantes, com um corpo docente composto por mais de 450 professores, e oferece 800 vagas na república da universidade, que constitui uma criativa comunidade musical internacional de Instrumentistas, cantores, compositores e arranjadores, engenheiros, produtores, professores, profissionais de empresas e terapeutas musicais..

Eles estão em Inglês, mas são excelentes, vale a pena conferir.
um abraço e bons estudos!

berklee_basic_hard_rock_guitar

berklee_fingering_patterns_guitar

berklee_guitar_chords_inversions

berklee_guitar_scale_blues_e_minor

berklee_guitar_scale_fingering

berklee_like_wes_mont_guitar

berklee_meter_studies_guitar

berklee_position_playing_guitar

berklee_rhythm_blues_guitar

berklee_rhythm_guitar_basics

berklee_sound_like_stern_guitar

berklee_voice_leading_for_guitar

Aplicação Modos Gregos

•27/09/2009 • Deixe um comentário

Um excelente video mostrando a aplicação dos modos gregos.

Vale a pena conferir, a explicação do grande guitarrista Gustavo Guerra.

Harmônia

•27/09/2009 • Deixe um comentário

Campo Harmônico Maior:

Bicordes:

tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D

Tríades:

tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D
5as diatônicas   –>   G – A – B – C – D – E – F

Tétrades:

tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D
5as diatônicas   –>   G – A – B – C – D – E – F
7as diatônicas   –>   B – C – D – E – F – G – A

As tétrades Maiores seriam:
C7M – Dm7 – Em7 – F7M – G7 – Am7 – Bm7(b5)

Campo Harmônico Menor:

Escala de Lá menor natural:
A – B – C – D – E – F – G – A

Escala de Lá menor harmônica:
A – B – C – D – E – F – G# – A

Tétrades:

Tônica   —>  A  – B – C  – D – E  – F – G# – A
3as       —>  C  – D – E  – F – G# – A – B  – C
5as       —>  E  – F – G# – A – B  – C – D  – E
7as        –>  G# – A – B  – C – D  – E – F  – G#

As tétrades Menores seriam:
Cm7  -  Dm7(b5) -  Eb7M  -  Fm7  -  Gm7  -  Ab7M  -  Bb7

MODOS PARALELOS:

Se a música está em Dó maior, o modo paralelo é o Dó menor.

Se está em Ré maior, o modo paralelo é o Ré menor e assim por diante.

Vejam então os campos harmônicos de Dó Maior e o de Dó menor:

Dó Maior:
I     -     II     -    III    -    IV    -   V    -  VI     -     VII
C7M  -   Dm7  -  Em7  -  F7M  -  G7  -  Am7  -   Bm7(b5)

Dó Menor:
I     -        II        -   bIII    -    IV     -   V      -   bVI   -  bVII
Cm7  -  Dm7(b5) -  Eb7M  -  Fm7  -  Gm7  -  Ab7M  -  Bb7

Um exemplo muito comum é esta progressão:
|: C – C7 – F – Fm :|

Veja que o:
C   é o Iº    grau de Dó, logo o modo Jônio.
C7 é o Vº   de Fá, logo o modo mixolídio.
F   é o IVº  de Dó, logo o modo Lídio.
Fm é o IVº de Dó menor, logo o modo Dórico.

NOTA:
Lembrando que o acorde Cm é o relativo menor do  acorde Eb (maior).

Acorde   -   Dominante

C        -        G7
Dm      -        A7
Em       -        B7
F         -        C7
G        -        D7
Am      -        E7
Bdim     -        F7

Tritonos

•27/09/2009 • 1 Comentário
TRITONOS

Se construísse-mos uma escala cromática (escala que evolui de meio em meio tom) de Dó a Dó, póderiamos observar:

(Armação usando sustenidos – #)
C, C#, D, D#, E, F, F#, G, G#, A, A#, B, C

(Armação usando bemóis – b)
C, Db, D, Eb, E, F, Gb, G, Ab, A, Bb, B, C

Se você contar o número de tons de Dó a Dó encontraria 6 tons. Trítono é o intervalo entre duas notas separadas por 3 tons, ou seja, você dividiu a escala ao meio.

As nota encontrada na escala cromática em sustenido foi o F#, e nota encontrada na escala formada por bemol foi o Gb.

Vejam agora a escala de Dó maior e seus respectivos graus:

T, 9, 3, 4, 5, 6, 7M, 8
C, D, E, F, G, A, B, C

Estas duas notas, dentro da escala diatônica de Dó formam um intervalo de quarta aumentada (F#) ou quinta diminuta (b5). A escolha do nome do intervalo depende do contexto harmônico.

Em resumo, o trítono está entre a nota C e F# ou entre C e Gb.

Que efeito produz o trítono?

O trítono provoca uma tensão muito forte, pois se a escala é dividida ao meio. Por causa disso, o trítono também provoca uma preparação.

Mas em qual acorde eu poderia usar o trítono?

O trítono existe nos acordes de categoria “dominante. O trítono está entre a 3ª e a 7ª menor deste acorde dominante.

Também existe trítono nos acordes diminutos, só que estes acordes tem dois trítonos. Um entre a tônica e a quinta diminuta e outro entre a terça menor e a sétima diminuta (bb7).

Vamos pegar como exemplo os graus do campo harmônico de Dó pra observar os trítonos. Estou usando o Campo Harmônico de Dó apenas por não conter acidentes. É importante observar em outras tonalidades.

Campo Harmônico de D´Maior em tétrades (acordes formado por 4 ou mais notas):

C7M, Dm7, Em7, F7M, G7, Am7, Bm7(b5)

Os acordes da categoria dominante deste Campo Harmônico são o Vº e o VIIº grau, respectivamente G7 e Bm7(b5).

No acorde G7 o trítono está entre a terça (Si) e a sétima menor (Fá). Veja que de Si para Fá temos 3 tons inteiros.

No acorde Bm7(b5) o trítono está entre a tônica (Si) e a quinta diminuta (Fá).

Se você pegar um acorde G7(9) e observar a sua formação, verá que tem as mesma notas e o mesmo trítono na sua formação:

G7(9) –> G(T), B(3), D(5), F(7), A(9)

Bm7(b5) –> B(T), D(b3), F(b5), A(7)

Isso sugere substituições de acordes.

Nos acordes diminutos, que não é o caso do Bm7(b5) por conter sétima menor e não sétima diminuta, existem dois trítonos.

Bdim ou Bº –> B(T), D(b3), F(b5), Ab(bb7)

bb7 = sétima diminuta

Veja que o trítono está entre o B e o F, e o outro trítono está entre o D e o Ab.

Resolução dos Trítonos:

O trítono no acorde G7, Bm7(b5) e no Bdim tem sua resolução no acorde que exerce a função de Tônica, ou seja, no Iº grau –> Dó maior

Progressões:

| G7 | C7M |

| G7 | C |

| Bm7(b5) | C7M |

| Bm7(b5) | C |

| G7 Bm7(b5) | C |

| G7 | Cm |

| Bdim | C |

| Bdim | Cm |

Experimente todas estas resoluções, ou preparações.

Trítonos Gêmeos

Se dentro de um acorde G7 existe um trítono entre a terça maior (B) e a sétima menor (F),

O que poderia acontecer se invertêsse-mos o trítono de B para F, e transformasse de F para B ?

Pra começar, teríamos os mesmos 3 tons para cada lado. Ou seja, até aqui não mudou nada significativo.

Agora se eu encarasse sobre esta inversão o F como terça maior e o B como sétima menor?

Bom, agora teríamos um outro acorde (que não pertence ao Campo Harmônico de Dó) com o mesmo trítono.

O acorde que teria o trítono gêmeos é o Db7.

O Fá é a sua terça maior e o Si é a sétima menor.

O acorde Db7 pode substituir o G7 por conter o mesmo trítono, só que invertido.

É comum vermos progressões que tenha um Db7 preparando um C

Neste caso, o acorde Db7 entraria pra uma função de “substituto do dominante”, também conhecido como SubV7, pois substitui o V7º grau.

Observem em finais de blues este exemplo usando um Db7 preparando um C7:

e—-4—–3——————————————–
B—-6—–5————————–4—–3———
G—-4—–3—– ou – com 9ª –4—–3———
D—-6—–5————————–3—–2———
A—-4—–3————————–4—–3———
E——————————————————–

É, tem até o famoso trítono usado muito em rock, com bends de meiotom.
O trítono está no acorde de Ré passando pra Lá maior:

e——8b–8b——–5———————————-
B——7b–7b——-5———————————-
G———————-2———————————-
D———————————————————-
A——–Ré——–Lá———————————-
E———————————————————
b = bend

Outro lick legal pra usar em rock. Uma passagem de G7 para C. No final aparece um trítono entre E e Bb, estas são trítonos de Dó. Dê uma vibrade de leve sobre este trítono e depois deixe soar.

e——————————7~~~——8————————————
B—————–3-5-6—–6~~~——-8————————————
G————4——————————9———3-deixe soar———-
D—-2/3———————————————-2~~~~~~~~~~~—-
A———————————————————————————-
E—-Sol (trítonos)——————–Dó——-trítono de Dó———-

No Blues

É muito comum no blues usar acordes dominantes, ou seja, acordes com sétimas menores. Aproveitando isso, o blues usa o trítono de uma forma muito inteligente e vale a pena observar. Vamos fazer uma progressão em C7, F7, G7… o famoso blues I7, IV7, V7.

Vou usar os trítonos de:

C7 –> Bb(7) e E(3)

F7 –> A(3) e Eb(7)

G7 –> B(3) e F(7)

Observe na tablatura que o F7 e o G7 estão distantes de Dó por apenas meio tom, usando o mesmo desenho e na mesma corda. Pra mim isso é fantástico e abre um leque de possibilidades harmônicas e melódicas.

Vejam:

e——————————————————
B——————————————————
G—9———8——-9——-10——9———–
D—8———7——-8——–9——-8———–
A——————————————————
E–C7——F7—–C7——G7—–C7———-

Trítono e Modulação

A parte mais legal do trítono é quando ela abre passagem pra outros tons ou só sair um pouco do tom (coisa que o campo harmônico acaba impondo nas composições).

O trítono é como uma porta de entrada e saída pra outros acordes.

O mais natural numa música que está no tom de Dó é aparecer o acorde de Ré menor e Lá menor e não Ré maior e Lá maior. O trítono quebra essa barreira.

Se o trítono é encontrado nos acordes dominantes, e o principal dominante corresponde ao Vº grau, então podemos desencadear um processo de “dominantes secundários”.

Após o Dó surgirá um A7, que por sua vez vai preparar para um D7, e este um G7 e depois prepara para Dó novamente, criando um círculo harmônico.

| C | A7 | D7 | G7 | C |

A escala mais óbvia pra se solar sobre os acordes com trítono é o mixolídio.

Trítonos Gêmeos e o Blues

Como pode ser visto no assunto anterior sobre trítonos gêmeos, o acorde que tem o mesmo trítono, só que invertido é o #IVº ou bVº graus. Ou seja, o mesmo trítono que forma o G7 forma também o Db7. E como um pode substituir o outro (dependendo do momento é claro), podems fazer o mesmo pelos outros dominantes, usando os dominantes secudários junto com os substituto do dominante (SubV7).

O mais interessante é que o SubV7 fica apenas meio-tom acima do acorde que va resolver. Por exemplo, o mesmo G7 e Db7 (os dois são equivalentes) que prepara o Dó, temo Db7 que está só meio-tom acima de C, que é o acorde de resolução.

Então, se num clichê de blues (I, IV, V) eu aplicar os SubV7′s de cada um, eu teria mais 3 acordes, ficando com 6 no total.

Um blues de 12 compassos:

||: C7 | F7 | C7 | C7 C7 C7 Gb7 | F7 | F7 |

| C7 | C7 C7 C7 Ab7 | G7 Gb7 | F7 | C7 | G7 G7 G7 Db7 :| |

 
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